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O futuro do livro: Viva el Libro y viva el día de hoy y viva la letra Helvética

El Pais,

23 abril, 2011 - 09:27

Ayer me estuvieron ponderando los valores de la letra helvética y me regalaron un video de Gary Hustvist sobre los méritos de esta letra. Lo veré inmediatamente, pero de momento les estoy haciendo caso y escribo este blog con esta letra tan elegante y tan contundente pero delicada al tiempo para dedicar un homenaje a las letras que tienen como resultado el objeto más perfecto y más necesario entre todos aquellos que contribuyen a nuestro conocimiento y también a nuestra felicidad, el libro.

Hoy es el Día del Libro; se celebra en España, y sobre todo en Cataluña, donde este día está asociado también a la rosa, en momentos de grave preocupación por el porvenir del comercio del libro, como consecuencia de la competencia que viene, el libro digital. Creo que la preocupación es lógica, pero pienso también que pasará este momento y el libro, en cualquier formato, mostrará la salud que requiere para ser, como decía ayer Luis Landero en EL PAÍS, el centro del mundo.

Quien entra en una librería, decía el autor de Juegos de la edad tardía, está entrando en el centro del mundo. El libro te excita, te ordena, enfoca tus emociones, te hace volar hacia historias ajenas que terminan siendo tuyas, te eleva, te estrella, te hace reír, te llena de emociones que ya son para siempre emociones tuyas, te da conocimiento, te estimula a conocer más, resucita tu propia memoria, lima tus convicciones y te hace entender a los otros.

 ¿Qué más da el formato? En mi opinión personal, el libro vivirá siempre, y en cuanto a la polémica acerca de los formatos, si será de papel o será electrónico, coexistirán ambos, estarán juntos en las librerías, y éstas han de ser mejores, más exigentes consigo mismas, las librerías tienen que ganarse ese carácter de centro del mundo que les atribuye Landero. Lo hacen ya en muchos sitios y en difíciles circunstancias, pero han de tomarse aún más en serio ese papel, para que el libro no se les vaya de las manos.

Cuando pase la polémica actual veremos juntos el e book y el libro de papel, y ni los que acudan a uno serán más modernos ni serán dinosaurios los que elijan los otros. Porque además se los llevarán juntos, depende de para qué. De momento, viva el libro, vivan todos los libros, y viva el día de hoy, y viva la letra Helvética, por cierto.

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