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Mostrando postagens de Agosto, 2011

Publicação, importante etapa da ciência

Da Folha de S.Paulo
ROGÉRIO MENEGHINI, professor titular aposentado da USP, é coordenador científico do programa SciELO de revistas científicas e membro da Academia Brasileira de Ciências.



No Brasil, os periódicos são publicados por sociedades, e não por publishers; por isso, a maioria é gerenciada de modo amador e com poucos recursos. A produção mundial de ciências tem crescido intensamente, principalmente em países emergentes.
Estima-se que haja mais de 100 mil periódicos científicos no mundo.
Tanto em taxa de crescimento quanto em total de artigos, os países emergentes do grupo Brics se destacam, com 18% das publicações mundiais. Tais números ressaltam a quantidade, mas e quanto à qualidade? A avaliação mais próxima desse atributo se faz pelo número médio de citações aos artigos, utilizando bases internacionais de indexação.
Na mais prestigiosa, a Thomson-Reuters-ISI, o Brasil se encontra na 13ª posição em número de artigos publicados e na 35ª posição em citações por artigo; em resumo, …

Uma boa entrevista do Presidente da PETROBRAS, Gabrielli.

Da Carta Maior
Petrobras afeta geopolítica, e 'doença holandesa' é risco, diz Gabrielli
O avanço da produção de petróleo pré-sal na década vai transformar a maior empresa brasileira na maior do planeta e fazer da Petrobras um dos principais atores de uma nova geopolítica mundial. Mas suas exportações podem inundar o país de dólares e prejudicar a indústria, e o governo ainda não tomou as providências necessárias. "Estou preocupado com a velocidade de investimentos na cadeia produtiva", diz o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, em entrevista exclusiva à Carta Maior.
André Barrocal
BRASÍLIA – O economista baiano José Sérgio Gabrielli vai completar 62 anos em outubro mas terá de esperar até o mês seguinte para receber o melhor presente que 2011 lhe reserva. Sem nada no horizonte que indique mudanças à vista, em novembro, o 33° presidente da Petrobras deve se tornar o executivo de mais longa permanência no cargo.
Gabrielli comanda há seis anos e um mês aquela qu…

As rádios comunitárias e a PLC 116

Enviado por luisnassif, sab, 27/08/2011 - 08:15

Por Nilva de Souza

Ofício da ABCCOM para a presidenta Dilma, solicitando veto a quatro parágrafos do artigo 32 do PLC 116.
Excelentíssima Senhora DILMA ROUSSEFF Presidenta da República Senhora Presidenta, Respeitosamente, vimos novamente à presença de Vossa Excelência para mais uma vez tratar de questões relativas à mídia comunitária televisiva que é nossa razão de existir como entidade nacional representativa de quarenta e duas (42) TVs Comunitárias, pertencentes ao nosso quadro social, dentre os cerca de 60 canais comunitários existentes no país. Se na carta protocolada em 3/3/11, na Presidência da República, viemos à Presidenta para, além de saudar a chegada da primeira mulher ao mais alto posto da República, afirmar que a mídia comunitária televisiva representa a aplicação em sua plenitude do Capítulo V da Constituição, que consagrou o princípio da complementaridade entre os sistemas privado, público e estatal de serviços de radiodifus…

A vida como ela é: o fim da classe média- nos EUA

Agressão neoliberal aos americanos, Por Michael Moore

De tempos em tempos, alguém com menos de 30 anos vem me perguntar: “quando tudo isso começou, quando os EUA começaram a afundar?”. Dizem que já ouviram falar de uma época em que as pessoas que trabalham podiam sustentar a família e enviar os filhos para a faculdade com a renda de apenas um dos pais (e que a faculdade, em Estados como Califórnia e Nova York, era quase de graça). Que qualquer um que quisesse um emprego com pagamento decente poderia obter um. Que as pessoas só trabalhavam cinco dias por semana, somente oito horas por dia, tinham o fim de semana inteiro de folga e férias remuneradas a cada verão. Que muitos eram sindicalizados, do empacotador da mercearia até o cara que pintava a sua casa, e isso significava que, não importa quão “humilde” fosse o seu trabalho, você tinha a garantia de uma aposentadoria, de aumentos ocasionais, seguro-saúde – e alguém para defendê-lo, se você fosse tratado injustamente.
Os jovens ouviram…

Pré-sal e o pacto federativo brasileiro

Uma boa análise de Luis Nassif. É interessante observar que as universidade tem um papel importante nesse esforço de desenvolvimento. Contribuimos com aquilo que é nossa competência, trainamento, capacitação, estudos, pesquisas, etc... O importante é focar nos objetivos e construir um ambiente colaborativo e de cooperação.


Enviado por luisnassif, sex, 26/08/2011 - 08:00
Coluna Econômica


O atendimento das demandas criadas pelo pré-sal são exemplo acabado da maturidade política do país.


Em um primeiro nível, tem havido plena colaboração entre o governo federal e o do estado de São Paulo.


Após a entrada de Geraldo Alckmin no governo, foi feito um levantamento dos investimentos prometidos e dos efetivados para as regiões metropolitanas – Baixada Santista, ABC e Campinas. Constatou-se que a proporção era vergonhosa: apenas planos e maquetes que não saíam do papel. O governo Serra não efetivou nenhum projeto relevante, da ponte Santos-Guarujá à licitação dos VLTs (Veículos Leves Sobre Trilhos). …

De olho no mundo: Inglaterra tem pior queda do nível de vida desde o pós-guerra

14/08/2011 Da Agência CARTA MAIOR
O pressuposto teórico da política que está sendo aplicada na Inglaterra e em outros países europeus é que o investimento público e o endividamento estatal estão limitando o investimento privado. Nesta lógica, se se limita o investimento do setor público, serão liberadas as forças do setor privado. "Isso pode funcionar quando há pleno emprego, não quando há uma redução de demanda como a atual. Muito menos quando o comércio mundial está mostrando claros sinais de crise”, diz o especialista keynesiano Lord Robert Skidelsky (foto) à Carta Maior. Nos últimos 12 meses, Inglaterra teve a pior queda do nível de vida desde o pós-guerra.
Marcelo Justo - Correspondente da Carta Maior em Londres
Data: 13/08/2011
A vantagem do Reino Unido é que não está no turbilhão da eurozona. Seu pesadelo é que se encontra em meio ao mais drástico programa de corte orçamentário da União Europeia. Os distúrbios que sacudiram Londres e outras cidades britânicas são uma mostra …