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O Vale do Petróleo carioca

Com ‘Ilha do Petróleo’, UFRJ cria ‘Vale do Silício’ carioca para o pré-sal Enviado por luisnassif, dom, 31/07/2011 UFRJ atrai empresas de ponta do setor e abriga maior parque tecnológico de óleo do mundo, com investimentos privados de R$ 500 mi sobre entulho de obra no Fundão Empresas de ponta do setor de petróleo vão estabelecer na Ilha do Fundão, da UFRJ, o maior parque tecnológico de pesquisas em petróleo, gás e energia do mundo, com investimentos privados de R$ 500 milhões. Será a Ilha do Petróleo, voltada para os desafios do pré-sal. Até 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil, a universidade pretende dar origem a uma espécie de Vale do Silício carioca – mas em vez de computação, como no similar californiano, no Rio as estrelas serão representantes de ponta da indústria do petróleo, energia, além de meio ambiente e tecnologia da informação. Em área de 350 mil metros quadrados, serão estabelecidos centros de pesquisas e tecnologia de algumas das maiores empresas do mundo no set...

União Europeia e a diplomacia das matérias-primas

Do Valor Econômico Dependência leva UE a lançar a diplomacia das matérias-primas Assis Moreira A Europa depende inteiramente da importação de vários minerais que estão concentrados nas mãos de poucos países, como Brasil, China, Rússia e África do Sul, o que leva agora Bruxelas a deflagrar a "diplomacia de matérias-primas", para garantir seu abastecimento. A União Europeia (UE) publicou um documento estratégico em fevereiro, no qual destaca a importância das matérias-primas e os riscos inerentes à volatilidade excessiva dos preços. Para Bruxelas, essas flutuações são devidas em parte a medidas protecionistas, reforçando a inflação e falseando os mercados mundiais de commodities, avaliando que isso prejudica sua indústria e agricultura. O plano é monitorar as 14 matérias-primas mais críticas para a economia europeia. O Brasil é fornecedor especialmente de duas: nióbio e tântalo (tipos de metal) - 84% do nióbio e 51% de minério de ferro importado pelos 27 países da UE vêm d...

Comunidade científica vai propor novo marco legal para a ciência no País

Cientistas afirmam que a burocracia atrapalha o avanço das pesquisas brasileiras 31 de maio de 2011 Alexandre Gonçalves - O Estado de S. Paulo Secretários estaduais de ciência e tecnologia e representantes das fundações estaduais de amparo a pesquisa de todo o Brasil vão enviar à Câmara e ao Senado a proposta de um novo marco legal para a ciência no País. A iniciativa nasceu de um fórum em Belo Horizonte que terminou nesta terça-feira e reuniu o Conselho Nacional dos Secretários de Ciência e Tecnologia (Consecti) e o Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap). "Não basta fazer ajustes no cipoal de leis que já existem", afirma Mario Neto Borges, presidente do Confap. "Só um novo arcabouço legal resolve o problema." A maioria dos pesquisadores defende a urgência das reformas, inclusive representantes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), p...

O desvio do projeto político de Dilma

Enviado por luisnassif 30/05/2011 Do Valor 'Dilma perdeu seu grande projeto político' Depois de uma aparente lua-de-mel, que marcou os cem dias iniciais de seu governo, a presidente Dilma Rousseff enfrenta o revés da primeira grave crise política, com as denúncias envolvendo a súbita evolução patrimonial do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, e, na sequência, a derrota na votação do Código Florestal. Uma derrota imposta não pela oposição, hoje minguada, mas por um aliado da própria coalizão, o PMDB. Um fracasso que representa, na opinião do professor de filosofia da Unicamp e pesquisador do Cebrap, Marcos Nobre, o fim do grande projeto político de Dilma: governar com relativa autonomia, com indicações ao segundo escalão que vinham seguindo critérios mais técnicos, sem se dobrar ao "pemedebismo", termo preferido de Nobre para denominar a cultura política brasileira. Para Nobre, os recentes acontecimentos, que incluem a "absurda" entrada do ex-p...

Ricardo Piglia abre el debate sobre el proceso de evaluación de profesores en Princeton

Sigue la polémica tras el suicidio del profesor Antonio Calvo después de su destitución WINSTON MANRIQUE SABOGAL Madrid 24/05/2011 El silencio entorno al suicido del profesor Antonio Calvo de la Universidad de Princeton, el pasado 12 de abril, se ha roto definitivamente y ha abierto un nuevo debate: el de la evaluación de los profesores y de "¿cómo evaluamos al evaluador?". "Me ha sorprendido la rápida réplica de la Universidad de Princeton a mis Notas en un Diario, luego de varias semanas de negarse a contestar las preguntas que han formulado muchos colegas y alumnos, sobre las razones de la cesantía de Antonio Calvo", asegura a EL PAÍS Ricardo Piglia, escritor argentino y profesor de Princeton, en su sección Notas en un diario, de Babelia, la revista cultural de este periódico. En dicha respuesta, Piglia expresa su desacuerdo por el despido de su colega y la inconformidad por el sistema de evaluación del profesorado por parte de la universidad que llevó a l...

Acordo para o desenvolvimento

LUIZ CARLOS BRESSER-PEREIRA Uma nação só é forte quando obtém acordo entre empresários, servidores e trabalhadores Há sinais de que está se formando no Brasil uma coalizão política desenvolvimentista constituída por empresários industriais, trabalhadores e profissionais do setor público. Um acordo político dessa natureza é fundamental para o desenvolvimento econômico, porque este implica sempre a transferência de mão de obra para setores com valor adicionado per capita cada vez maior. O tema central de meus estudos foi sempre o desenvolvimento ou o progresso; foi a busca pelas sociedades modernas dos grandes objetivos políticos que elas definiram historicamente para si próprias: segurança, bem-estar econômico, liberdade, igualdade e proteção do ambiente. Esses objetivos nem sempre são coerentes uns com os outros, mas existe uma sinergia básica entre eles que faz com que os países mais desenvolvidos economicamente -aqueles que garantem a seu povo maior bem-estar econômico- tendam a ...

Brasil e Argentina defendem adoção de estratégia comum de dissuasão por países sul-americanos

Enviado por luisnassif, 19/05/2011 Por Eugênio Issamu Digo e reafirmo: Eu NÃO gosto do Nelsão, mas, ele tem me surpreendido. Parabéns ministro!! Por Wiltgen Lima, Peru, 12/05/2011 - Os ministros da Defesa do Brasil e da Argentina, Nelson Jobim e Arturo Puricelli, defenderam a adoção, pelos países sul-americanos, de uma estratégia comum de DISSUASÃO. Segundo eles, para que possam MANTER SUA SOBERANIA e continuar a PROTEGER, elas próprias, as inúmeras RIQUEZAS da região, é NECESSÁRIO que as nações sul-americanas ADOTEM uma estratégia conjunta que seja capaz de DEMOVER eventuais iniciativas EXTERNAS contrárias aos INTERESSES do subcontinente. A manifestação de ambos os ministros foi feita durante o primeiro dia da III Reunião Ordinária do Conselho de Defesa Sul-Americano (CDS), organismo multilateral criado no âmbito da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) como instância de consulta, cooperação e coordenação em matéria de defesa. Partiu de Jobim a iniciativa de levantar, no encon...